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	<title>Ciensinando &#187; pensamento crítico</title>
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	<description>Educação científica e pensamento crítico</description>
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		<title>Informação ou fantasia?</title>
		<link>http://www.ciensinando.com.br/2011/10/informacao-ou-fantasia/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 21:39:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pensamento crítico]]></category>
		<category><![CDATA[crítico]]></category>

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		<description><![CDATA[Recomendo a leitura de um texto que publiquei no blog RNAm, do qual sou co-autor. Depois de uma dica que chegou por e-mail escrevi mais um texto que exemplifica a importância de sermos críticos com toda informação que recebemos. Também ilustra como mesmo quem tem acesso mais privilegiado à Educação não está a salvo de meter os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recomendo a leitura de um texto que publiquei no <a href="http://scienceblogs.com.br/rnam/" target="_blank">blog <em><strong>RNAm</strong></em></a>, do qual sou co-autor.</p>
<p>Depois de uma dica que chegou por e-mail escrevi mais um texto que exemplifica a importância de sermos críticos com toda informação que recebemos. Também ilustra como mesmo quem tem acesso mais privilegiado à Educação não está a salvo de meter os pés pelas mãos no quesito <a href="http://www.ciensinando.com.br/category/pensamento-critico/">Pensamento Crítico</a>.</p>
<div id="attachment_1687" class="wp-caption aligncenter" style="width: 415px"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/10/200212907-001.jpg"><img class="size-full wp-image-1687" title="200212907-001" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/10/200212907-001.jpg" alt="" width="405" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Até quando as pessoas vão aceitar e repassar informação falsa sem perceber como é fácil descobrir o que é mentira? Santo Google!&quot;</p></div>
<p>O conteúdo do texto serve como um guia rápido para se filtrar as bobagens presentes na internet e devem ser seguidas em qualquer leitura, conversa ou aula daqui em diante.</p>
<p>Garanto que vocês só têm a ganhar ; )</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Cliquem no link <em><a href="http://scienceblogs.com.br/rnam/2011/10/fim-da-lei-da-gravidade/" target="_blank">&#8220;Cientistas derrubam a Lei da Gravidade! NOT!&#8221;</a></em> e divirtam-se!</strong></p>
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		<title>O melhor professor que já tive</title>
		<link>http://www.ciensinando.com.br/2011/02/o-melhor-professor/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 15:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
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		<description><![CDATA[O senhor Whitson ensinava ciências para a 6ª série. No primeiro dia de aula ele nos falou sobre uma criatura chamada cattywampus, um animal noturno extinto durante a Era do Gelo. Ele passou para os alunos um crânio enquanto falava. Todos nós fizemos anotações e depois respondemos a um teste sobre a aula. Quando recebi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O senhor Whitson ensinava ciências para a 6ª série. No primeiro dia de aula ele nos falou sobre uma criatura chamada <em>cattywampus</em>, um animal noturno extinto durante a Era do Gelo. Ele passou para os alunos um crânio enquanto falava. Todos nós fizemos anotações e depois respondemos a um teste sobre a aula.</p>
<p>Quando recebi a prova corrigida fiquei surpreso. Havia um grande e vermelho X em todas as minhas respostas. Eu havia falhado. Devia haver algum engano! Eu havia escrito exatamente o que o professor Whitson havia dito na aula. Então percebi que todos na classe haviam falhado. O que havia acontecido?</p>
<p><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/95011831.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1428" title="95011831" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/95011831.jpg" alt="" width="301" height="226" /></a>Muito simples, o professor explicou. Ele havia inventado tudo o que falou sobre o <em>cattywampus</em>. Aquele animal nunca havia existido, ou seja, toda a informação em nossas anotações estava errada. Nós esperávamos crédito por respostas erradas?</p>
<p>Desnecessário dizer, nós ficamos revoltados. Que tipo de teste era esse e que tipo de professor ele era?</p>
<p>Nós deveríamos ter descoberto, o senhor Whitson disse. Afinal, equanto ele passava o crânio do <em>cattywampus</em> pela sala (que na verdade era o crânio de um gato), não estava afirmando que não havia sobrado nenhuma evidência do animal? Ele havia descrito sua incrível visão noturna, a cor de sua pelagem e muitos outros fatos que ele não poderia saber. Ele havia dado ao animal um nome ridículo e mesmo assim ninguém havia desconfiado. Os zeros em nossas provas iriam para a avaliação, ele disse. E eles foram.</p>
<p>O professor Whitson disse que esperava que aprendêssemos uma lição dessa experiência. Professores e livros didáticos não são infalíveis. Na verdade, ninguém é. Ele nos disse para nunca deixar nosso cérebro ficar desatento e a tomar satisfação sempre que pensássemos que ele ou qualquer livro estivessem errados.</p>
<p>Toda aula com o professor Whitson era uma aventura. Ainda posso lembrar de algumas aulas de ciências do começo até o final. Um dia ele nos disse que seu carro era um organismo vivo. Nós demoramos dois dias para bolar um argumento contrário que ele aceitasse. Ele não nos deixava sossegar até que houvéssemos provado não só que sabíamos o que era um organismo, mas também que tínhamos força para defender a verdade.</p>
<p>Nós levamos nosso recém-adquirido ceticismo para todas as nossas aulas. Isso causou problemas para os outros professores, que não estavam acostumados a serem desafiados. Nosso professor de história começava a falar sobre algum assunto e de repente alguém limpava a garganta com um &#8220;ram-ram&#8221; e dizia <em>&#8220;cattywampus&#8221;</em>.</p>
<p>Se alguém me pedisse uma proposta para solucionar os problemas de nossas escolas, ela seria o professor Whitson. Eu não fiz nenhuma grande descoberta científica, mas ele deu a mim e meus colegas de classe algo tão importante quanto: a coragem de olhar outra pessoa no olho e dizer que ela está errada. Ele também nos mostrou que você pode se divertir nesse processo.</p>
<p>Nem todo mundo vê valor nisso. Uma vez contei sobre o senhor Whitson a um professor de ensino fundamental, que ficou horrorizado. &#8220;Ele não devia ter enganado você assim&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Eu o olhei nos olhos e disse que ele estava errado.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O texto acima é um dos materiais mais interessantes que já vi sobre como o professor pode &#8211; e deve &#8211; ser o veículo de transformação de maior importância para os alunos. Sou da opinião que a proposta de ensino do prof. Whitson deve ser a pedra fundamental na formação de novos professores e na reciclagem dos veteranos, principalmente &#8211; mas não somente &#8211; nas disciplinas ligadas à Ciência.</p>
<p>Esse texto é uma tradução de um artigo de David Owen publicado no Reader´s Digest (Edição Asiática) em abril de 1992, extraído e disponibilizado na <a href="http://www.comp.nus.edu.sg/~tantc/" target="_blank">página do professor Aaron Tan Tuck Choy</a>, da Universidade Nacional de Singapura. Chegou a mim via Twitter por um RT da <a href="http://twitter.com/#!/NatureNews/status/35308397221908480" target="_blank">@NatureNews</a> dado por Leonardo Gedraite (<a href="http://twitter.com/#!/LeoGed" target="_blank">@LeoGed</a>).</p>
<p>O original pode ser acessado em <a href="http://www.comp.nus.edu.sg/~tantc/cattywampus.html">http://www.comp.nus.edu.sg/~tantc/cattywampus.html</a>.</p>
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		<title>Ensinando colesterol, (des)informação e defesa do consumidor!</title>
		<link>http://www.ciensinando.com.br/2010/07/colesterol-desinformacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 14:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciensinando]]></category>
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		<category><![CDATA[biologia]]></category>
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		<category><![CDATA[bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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		<description><![CDATA[Explicar química de macromoléculas pode ser um problema para os professores de Biologia. O assunto desperta pouco interesse na maioria dos alunos e, pensando nisso, compartilho duas experiências que uso para tentar fazer o estudo de pelo menos uma molécula mais interessante: o colesterol. 1. &#8220;Colesterol faz bem ou faz mal?&#8221; A preocupação com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sb10069685a-001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1375" title="sb10069685a-001" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sb10069685a-001.jpg" alt="" width="558" height="307" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Explicar química de macromoléculas pode ser um problema para os professores de Biologia. O assunto desperta pouco interesse na maioria dos alunos e, pensando nisso, compartilho duas experiências que uso para tentar fazer o estudo de pelo menos uma molécula mais interessante: o <strong>colesterol</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. </strong><em><strong>&#8220;Colesterol faz bem ou faz mal?&#8221;</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">A preocupação com a saúde fez com que as discussões sobre obesidade em países desenvolvidos e em desenvolvimento ficassem tão importantes quanto campanhas para combater a subnutrição de países pobres. Assim, é comum a mídia trazer informações sobre os males relacionados ao colesterol, de modo que todos já ouvimos ou lemos alguma coisa sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveitando esse fato procuro iniciar o tema com uma pergunta simples:<em> &#8220;Colesterol faz bem ou faz mal?&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Praticamente todos respondem <em>&#8220;Faz mal!&#8221;</em>, dando a entender que a pergunta tem uma resposta óbvia. Por isso, quando eu respondo <em>&#8220;quem falou?&#8221;</em> ou <em>&#8220;depende</em>!&#8221;, a surpresa gerada serve de gancho para explicar a parte química do tema.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_939" class="wp-caption alignright" style="width: 218px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Cholesterol_Structure.jpg"><img class="size-full wp-image-939 " title="Cholesterol_Structure" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Cholesterol_Structure.jpg" alt="" width="208" height="320" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Estrutura do colesterol.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O <strong>colesterol</strong> tem fórmula molecular C<sub>27</sub>H<sub>45</sub>OH e faz parte dos esteróides, uma classe de lipídios que contém um arranjo específico de  quatro anéis de átomos de carbono.</p>
<p style="text-align: justify;">A figura ao lado foi retirada do site <em><strong>Cholesterol-and-health.com</strong></em> e é extremamente didática para explicar a estrutura da molécula:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><span style="color: #ff0000;">A cor vermelha</span></strong> destaca o <strong>grupo polar hidroxila</strong> ( <strong>– OH</strong>), que caracteriza a molécula de colesterol como um álcool (de acordo com as funções orgânicas) e que fornece alguma solubilidade em água;</li>
<li><span style="color: #99cc00;"><strong>A cor verde</strong></span> mostra o arranjo de anéis de carbono específico conhecido como a &#8220;assinatura dos esteróides&#8221;;</li>
<li><strong><span style="color: #3366ff;">A cor azul</span></strong> corresponde à cauda de hidrocarbonetos (moléculas formadas apenas por átomos de carbono e hidrogênio), fortemente apolar, ou seja, capaz de se dissolver em substâncias oleosas ou gordurosas, mas não em água.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Pensando na importância biológica do colesterol, vale lembrar que essa  molécula tem papel fundamental na fluidez das membranas celulares  animais e é precursora dos demais esteróides. Dentre as moléculas  derivadas estão, o estradiol (hormônio sexual feminino), a  testosterona (hormônio sexual masculino), e a vitamina D, todos de vital importância.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: por mais que tenhamos nos acostumado a enxergar o colesterol como um dos grandes vilões nutricionais ele é essencial à vida, portanto associar automaticamente a molécula a problemas de saúde é um erro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>2. Como a publicidade pode se aproveitar da sua falta de informação?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Outra discussão sobre o colesterol diz respeito à propaganda. Ainda na faculdade reparei que no rótulo de uma lata de óleo que trazia em destaque a informação: <em><strong>&#8220;Sem colesterol, mais saudável!&#8221;</strong></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Como   sabemos que o colesterol não pode ser extraído de produtos de  origem  vegetal, qual é a ideia por trás disso? Simples: como poucas pessoas sabem que todo óleo vegetal é livre de colesterol, consumidores   com menos instrução podem ser induzidos a comprar a marca &#8220;A&#8221; ou &#8220;B&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Tempos depois, a <strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária</strong> (<em><strong>ANVISA</strong></em>) criou o <em>Manual de Orientação aos Consumidores </em>(disponível no final desse texto). O documento esclarece que essa prática é proibida, como vemos no trecho abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_909" class="wp-caption aligncenter" style="width: 539px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/07/oleo_vegetal.jpg"><img class="size-full wp-image-909" title="oleo_vegetal" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/07/oleo_vegetal.jpg" alt="" width="529" height="100" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Determinação da ANVISA sobre óleos vegetais. </dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando em como os fabricantes de óleos podem &#8220;driblar&#8221; as normas da <em><strong>ANVISA</strong></em>, fui ao supermercado para verificar como isso acontecia. Todos os produtos traziam a informação <em>&#8220;óleo sem colesterol, como todo óleo vegetal&#8221;</em>, mas a disposição da informação era variável.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos 19 óleos vegetais à venda no mercado que visitei no começo de Julho deste ano, oito (42%) traziam o escrito <em>&#8220;Sem colesterol*&#8221;</em>, sendo que o símbolo * remetia a algum canto escondido do rótulo que continha o restante da frase (<em>&#8220;como todo óleo vegetal&#8221;</em>). Pensando criticamente, essas marcas estão ou não buscando vantagem sobre as demais, tentando parecer mais saudáveis?</p>
<p style="text-align: justify;">A lição mais importante a ser discutida com os alunos é: conhecimento não é importante somente para passar de ano, ter boas notas e entrar em uma boa faculdade. É, antes de qualquer coisa, a principal proteção que as pessoas podem ter contra iniciativas como essa, que procuram tirar vantagem de consumidores desavisados.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Fontes e referências:</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAMPBELL, Neil <em>et al</em>.</strong> <em>Biologia</em> (8ª ed.), Porto Alegre: Artmed 2010. <strong>ISBN: 9788536322698</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ALBERTS, Bruce </strong><em><strong>et al. </strong>Biologia Molecular da Célula (4ª ed.),</em> Porto Alegre: Artmed 2004. <strong>ISBN: 8536302720</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a href="http://www.cholesterol-and-health.com/index.html" target="_blank">Cholesterol-and-health.com</a></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/0b89590041816705ab05fbc509124714/manual_consumidor.pdf?MOD=AJPERES&amp;useDefaultText=0&amp;useDefaultDesc=0" target="_blank">Manual de Orientação aos Consumidores</a> (<em>ANVISA</em>)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><!-- /SITE conteúdo --> <!-- /SITE lateral --> <!-- SITE lateral/ --></p>
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