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	<title>Ciensinando &#187; genoma</title>
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	<description>Educação científica e pensamento crítico</description>
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		<title>Terminei de ler: “O gênio em todos nós – Porque tudo o que você ouviu falar sobre genética, talento e QI está errado.”</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Apr 2011 21:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi uma grata surpresa receber da Editora Zahar o livro “O gênio em todos nós – Porque tudo o que você ouviu falar sobre genética, talento e QI está errado”, escrito pelo jornalista David Shenk. Depois de pensar muito e esboçar vários começos para esse texto, resolvi esfriar a cabeça e resumir minha opinião: trata-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/04/c1191.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1517" title="capa_final" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/04/c1191.jpg" alt="" width="263" height="378" /></a>Foi uma grata surpresa receber da <strong>Editora Zahar</strong> o livro <em><strong>“O gênio em todos nós – Porque tudo o que você ouviu falar sobre genética, talento e QI está errado”</strong></em>, escrito pelo jornalista <strong>David Shenk</strong>.</p>
<p>Depois de pensar muito e esboçar vários começos para esse texto, resolvi esfriar a cabeça e resumir minha opinião: <em><strong>trata-se de um livro que deve ser lido por todos, sem exceção</strong></em>.</p>
<p>O motivo? Shenk faz uma bela defesa da habilidade humana e manda uma bomba para todos que defendem que nosso potencial é exclusivamente determinado pelo DNA, uma visão chamada de “determinismo genético”.</p>
<p>A frase chave do livro é:</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>“O talento não é algo em si mesmo, e sim um processo.”</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">Ao traçar perfis de gênios como Mozart e Michael Jordan, o autor deixa claro que é a busca pela excelência através de treinamento, estudo e dedicação quase obsessivos que causa o desenvolvimento de habilidades espantosas, indo de encontro ao paradigma vigente, no qual “seu DNA define suas qualidades e limitações”.</p>
<p>A argumentação do livro é baseada em uma enxurrada de evidências científicas sobre desenvolvimento cerebral e motor, talento, aprendizado e treinamento. Além disso, também discute novidades que a genética tem demonstrado, como o potencial de influência ambiental no comportamento dos nossos genes, um campo conhecido como Epigenética.</p>
<p>Confiram alguns trechos:</p>
<blockquote><p>A ciência contemporânea sugere que poucas pessoas conhecem seus verdadeiros limites, e que a grande maioria delas não chega nem perto de utilizar o que os cientistas chamam de &#8216;potencial irrealizado&#8217;&#8230; A maior parte dos que possuem um desempenho abaixo da média muito provavelmente não é prisioneira de seu próprio DNA; essas pessoas têm sido apenas incapazes de alcançar seu verdadeiro potencial.</p>
<p>Seria um disparate afirmar que qualquer um pode literalmente fazer ou ser qualquer coisa, e esse tampouco é o objetico desde livro. Porém, a ciência contemporânea nos diz que é igualmente absurdo pensar que a mediocridade é inata à maioria das pessoas, ou que nós podemos saber quais são nossos verdadeiros limites antes de empregarmos nossa vasta gama de recursos e investirmos grande quantidade de tempo nisso. Nossas habilidades não estão gravadas dede forma indelével em nossos genes. Elas são flexíveis e moldáveis, mesmo nas idades mais avançadas. Com humildade, esperança e determinação extraordinária, qualquer criança – de 8 a 80 anos – pode aspirar à grandeza.</p></blockquote>
<p>O assunto é complexo e escreverei mais a respeito em breve. Por enquanto, fiquem com a mensagem principal: <em><strong>nós não somos “prisioneiros” de nosso DNA</strong></em>. Com treinamento e dedicação, todos podem buscar níveis de desempenho extraordinários, e saber como isso é apoiado pela ciência é um ótimo motivo para conhecer esse livro.</p>
<p><em><strong>&#8220;O gênio em todos nós &#8211; Porque tudo que você ouviu falar sobre genética, talento e QI está errado&#8221;</strong></em> começou a ser vendido no dia 31/3 e eu considero leitura obrigatória principalmente para qualquer pessoa envolvida ou interessada nos processos de ensino e aprendizagem, não deixem de conferir!</p>
<p><em><strong>Mais informações no site da Editora Zahar em <a href="http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1191" target="_blank">http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1191</a></strong></em></p>
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		<title>Redescobrindo o DNA 3 &#8211; As regras de Chargaff</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 12:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de ciências]]></category>
		<category><![CDATA[História da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[biologia]]></category>
		<category><![CDATA[biologia molecular]]></category>
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		<description><![CDATA[Como mencionei em textos anteriores, foram vários os cientistas que seguiram os passos de Friderich Miescher! Você não lembra quem é Miescher e ainda acha que Watson e Crick descobriram o DNA? Acesse no final desse post os primeiros textos da série &#8220;Redescobrindo o DNA&#8221; e conheça a verdadeira história sobre as pesquisas com essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como mencionei em textos anteriores, foram vários os cientistas que seguiram os passos de Friderich Miescher! Você não lembra quem é Miescher e ainda acha que Watson e Crick descobriram o DNA?</p>
<p><strong>Acesse no final desse post os primeiros textos da série<em> &#8220;Redescobrindo o DNA&#8221; </em>e conheça a verdadeira história sobre as pesquisas com essa importante molécula!</strong></p>
<p>Nas décadas seguintes à descoberta da <em>nucleína</em> de Miescher vários cientistas concentraram esforços em uma série de pesquisas que revelaram detalhes sobre a molécula de DNA. Alguns dos importantes resultados foram a determinação de seus componentes primários (os nucleotídeos)  e o modo como essas unidades juntavam-se entre si na formação da molécula. Sem as contribuições de todos esses pioneiros, Watson e Crick não teriam as fundações científicas que possibilitaram a eles elaborar os modelos teóricos sobre a estrutura tridimensional do DNA e talvez nunca alcançassem seus objetivos.</p>
<div id="attachment_1480" class="wp-caption alignright" style="width: 162px"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Chargaff.jpg"><img class="size-full wp-image-1480" title="Chargaff" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Chargaff.jpg" alt="" width="152" height="188" /></a><p class="wp-caption-text">Erwin Chargaff (1905-2002) em foto de galã.</p></div>
<p>O personagem de hoje foi um dos pesquisadores que expandiram o trabalho de Levene (apresentado na 1ª parte da série &#8220;Redescobrindo o DNA&#8221;) ao descobrir mais detalhes sobre a estrutura do DNA, abrindo caminho para Watson e Crick. Ele é Erwin Chargaff, um bioquímico austríaco que teve a seu favor ter sido um dos primeiros a perceber a importância do trabalho publicado pelo grupo de pesquisas de Oswald Avery em 1944 (discutido na 2ª parte da série &#8220;Redescobrindo o DNA&#8221;).</p>
<p>Ao ler o trabalho em que Avery e seus colaboradores demontraram que as unidades hereditárias (os genes) eram compostos de DNA, ficou profundamente interessado no assunto. Esse trabalho teve um impacto tão profundo em Chargaff  que o inspirou a lançar um programa de pesquisas focado exclusivamente na química de ácidos nucléicos. Ele escreveu sobre o trabalho de Avery:</p>
<blockquote><p>“Essa descoberta, quase abruptamente, apareceu para pressagiar a química da hereditariedade e, além disso, fez provável o caráter de ácido nucléico do gene&#8230; Avery nos deu o primeiro texto de uma nova linguagem ou pelo menos nos mostrou onde procurá-la. Eu resolvi buscar esse texto.”</p></blockquote>
<p><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Chargaffs_Rule.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1485" title="Chargaffs_Rule" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Chargaffs_Rule.jpg" alt="" width="249" height="147" /></a>Para entender melhor o DNA como material hereditário, um dos primeiros passos em suas pesquisas foi investigar se havia diferenças entre o DNA de diferentes espécies. A partir desses estudos ele chegou a duas conclusões principais:</p>
<ol>
<li>Que a composição de nucleotídeos do DNA varia entre as espécies, isto é, os mesmos nucleotídeos não se repetiam na mesma ordem como proposto por Levene em suas pesquisas.</li>
<li>Que quase todo o DNA, independentemente de qual organismo ou tecido tenha sido extraído, mantém algumas propriedades mesmo que sua composição seja variável. Em particular, ele demonstrou que a quantidade do nucleotídeo adenina (A) é sempre similar à quantidade do nucleotídeo timina (T), enquanto a quantidade de citosina (C) é similar à de guanina (G).</li>
</ol>
<p>Em outras palavras, Chargaff descobriu que o total de purinas (A+G) e o total de pirimidinas (C+T) eram geralmente iguais. Essas observações ficaram conhecidas como as “Regras de Chargaff” e são resumidas no quadrinho abaixo:</p>
<p><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/CG_Chargaff.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1479" title="CG_Chargaff" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/CG_Chargaff.png" alt="" width="450" height="330" /></a></p>
<p>A pesquisa de Chargaff foi vital para o trabalho de Watson e Crick. Foram as relações entre as bases nitrogenadas descobertas por ele que deram a Watson a ideia do pareamento dos nucleotídeos que constituem uma molécula de DNA em uma dupla-hélice.</p>
<p>Apesar disso, nem mesmo Chargaff imaginava qual poderia ser a explicação de seus achados e relações.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Referências e menções nesse post:</strong></span><br />
<a href="../2010/06/quem-descobriu-o-dna/" target="_blank">Quem descobriu o DNA? (Ciensinando)</a></p>
<p><a href="../2011/02/estrutura-do-dna" target="_blank">Redescobrindo o DNA 1 – Do que é feito o DNA? (Ciensinando)</a></p>
<p><a href="http://www.ciensinando.com.br/2011/02/dna-material-hereditario/" target="_blank">Redescobrindo o DNA 2 &#8211; O DNA é o material hereditário (Ciensinando)</a></p>
<p>Avery, O. T. <em>et al</em>. (1944) Studies on the chemical nature of the substance inducing transformation of pneumococcal types. <em>Journal of Experimental Medicine</em> <strong>79</strong>, 137–157</p>
<p>Chargaff, E. (1950) Chemical specificity of nucleic acids and mechanism of their enzymatic degradation. Experientia 6, 201–209</p>
<p>Pray, L. (2008) Discovery of DNA structure and function: Watson and Crick. Nature Education 1(1)</p>
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		<title>Vida sintética?</title>
		<link>http://www.ciensinando.com.br/2010/05/vida-sintetica/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 00:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[genoma]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse texto sai um pouco da temática do Ciensinando pois trata de um assunto complexo sem antes discutir o conceito por trás da notícia. Apesar disso, é mais um exemplo de como devemos encarar de modo crítico toda a informação a que temos acesso. O anúncio da criação da &#8220;primeira célula sintética&#8221; está sendo tratado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto sai um pouco da temática do Ciensinando pois trata de um assunto complexo sem antes discutir o conceito por trás da notícia. Apesar disso, é mais um exemplo de como devemos <a href="http://www.ciensinando.com.br/2010/02/pensamento-critico/" target="_blank">encarar de modo crítico</a> toda a informação a que temos acesso.</p>
<p>O anúncio da criação da &#8220;primeira célula sintética&#8221; está sendo tratado como o grande acontecimento científico de 2010 (até agora).  Com isso, aconteceu o que eu esperava: a mídia recheou portais, jornais e programas de rádio com interpretações totalmente erradas sobre a ciência do trabalho.</p>
<p>Muitos encaram os resultados publicados na revista <em><strong>Science</strong></em> como o passo definitivo para a criação de vida artificial. Em teoria será possível criar organismos capazes de degradar óleo (minizando desastres ambientais), produzir biocombustíveis ou ainda captar grandes quantidades de dióxido de carbono (minizando o efeito estufa).</p>
<p>Minha pergunta é: podemos realmente entender que testemunhamos a criação de um organismo sintético? Após ler o artigo da <em><strong>Science</strong></em> e pensar sobre o que <span style="text-decoration: underline;"><strong>eu</strong></span> consideraria uma forma de vida artificial, minha resposta é um simples <strong>não</strong>.</p>
<p>Outras pessoas que eu considero igualmente competentes para tratar do assunto mostraram uma opinião similar à minha, como <strong>Rafael Soares</strong> (do <em><strong>RNAm</strong></em>), <strong>Roberto Takata</strong> (<em><strong>Gene Repórter</strong></em>) e <strong>Tatiana Nahas</strong> (<em><strong>Ciência na Mídia</strong></em>). Eles já abordaram as questões técnicas como eu faria aqui, então sugiro que ao final desse texto vocês acessem o blog de cada um deles para mais informações.</p>
<p><span style="float: left; padding: 5px;"><a href="http://www.researchblogging.org"><img style="border: 0;" src="http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_large_gray.png" alt="ResearchBlogging.org" /></a></span></p>
<p>Resumidamente, o que o trabalho publicado comunica é o resultado de vários estudos realizados para se conseguir sintetizar um genoma completo e transplantá-lo para uma célula &#8220;recipiente&#8221; de outra espécie de bactéria.</p>
<p>O genoma escolhido foi do organismo <em>Mycoplasma mycoides</em> (um dos menores conhecidos, com apenas 1 milhão de pares de bases) e o alvo do transplante foi o <em>Mycoplasma capricolum</em>, espécie muito próxima da <em>M. mycoides</em>.</p>
<p>O genoma foi &#8220;desenhado&#8221; em um programa de computador e construído por amplificações sucessivas de vários de seus pedaços. Estes foram &#8220;colados&#8221; até que, de pequenos fragmentos de 1000 (mil) pares de bases (as letrinhas &#8211; A, T, C e G &#8211; que simbolizam o DNA) os cientistas conseguissem fragmentos de 10000 (dez mil) e em seguida de 100000 (cem mil) bases. Esses fragmentos maiores foram então agregados, formando um genoma totalmente sintético.</p>
<p>O ponto importante: o genoma é artificial, mas e todo o conteúdo da célula que recebeu esse material genético?</p>
<p>A membrana da célula (membrana plasmática) e suas proteínas são tão importantes quanto o DNA para que a célula possa sobreviver e se multiplicar. Se houvesse um modo de retirar todo o conteúdo da célula e injetar somente o DNA sintético a mesma morreria, afinal, sem proteínas que acessem o DNA para produzir RNA e finalmente as proteínas celulares indispensáveis à vida não há como o &#8220;organismo sintético&#8221; manter-se vivo.</p>
<p>Desse modo, até termos competência para sintetizar uma membrana plasmática especializada como as biológicas e as proteínas necessárias para a fisiologia celular, não podemos considerar que exista qualquer organismo sintético.</p>
<p>Explicados meus motivos, entenderam minha implicância com os meios de comunicação? Minha motivação para escrever esse texto partiu de uma notícia que chegou até mim via twitter. Um vídeo publicado no TV UOL descaracterizou completamente uma matéria publicada pela BBC Brasil. Comparem os títulos:</p>
<p><strong>BBC Brasil: Cientistas americanos criam célula com genoma sintético.</strong></p>
<p><strong>TV UOL: Cientistas criam 1ª forma de vida completamente artificial.</strong></p>
<p>Além do título distorcido, a chamada para o vídeo é muito pior:</p>
<blockquote><p>Cientistas americanos dizem ter desenvolvido a primeira forma de vida  completamente artificial, a primeira célula controlada por um genoma  sintético. O avanço já está sendo descrito como uma das conquistas  científicas mais importantes da história da humanidade.</p></blockquote>
<p>A informação está tão distorcida que parece ter sido feita de propósito. De qualquer modo, recomendo o vídeo da BBC Brasil (logo abaixo) por ter apresentado outra matéria sobre o assunto que considero ainda mais correta.</p>
<p>O título? &#8220;Cientistas transplantam genoma em novo &#8216;passo&#8217; rumo à criação de  vida sintética.&#8221; Isso sim é resumir de modo claro e correto os resultados do artigo publicado.</p>
<p><object style="width: 448px; height: 364px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="448" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="play" value="false" /><param name="loop" value="false" /><param name="flashvars" value="playlist=http%3A%2F%2Fwww%2Ebbc%2Eco%2Euk%2Fportuguese%2Fmeta%2Fdps%2F2010%2F05%2Femp%2F100521%5Fvida%5Fartificial%5Fvideo%5Fvale%5Fir%2Eemp%2Exml&amp;config_settings_showPopoutButton=true&amp;config_settings_language=pt&amp;config_settings_showFooter=true&amp;" /><param name="src" value="http://www.bbc.co.uk/emp/external/player.swf" /><embed style="width: 448px; height: 364px;" type="application/x-shockwave-flash" width="448" height="364" src="http://www.bbc.co.uk/emp/external/player.swf" flashvars="playlist=http%3A%2F%2Fwww%2Ebbc%2Eco%2Euk%2Fportuguese%2Fmeta%2Fdps%2F2010%2F05%2Femp%2F100521%5Fvida%5Fartificial%5Fvideo%5Fvale%5Fir%2Eemp%2Exml&amp;config_settings_showPopoutButton=true&amp;config_settings_language=pt&amp;config_settings_showFooter=true&amp;" loop="false" play="false"></embed></object></p>
<p>Links para as matérias comentadas: <a href="http://tvuol.uol.com.br/permalink/?view/id=cientistas-criam-1-forma-de-vida-completamente-artificial-0402983766D0899366/user=t15rl4kajx2a/date=2010-05-21&amp;&amp;list/type=user/codProfile=t15rl4kajx2a/" target="_blank">TV UOL</a>, <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100520_bacteria_genoma_sintetico_mv.shtml" target="_blank">BBC Brasil 1</a> e <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/08/090820_celulas_rc.shtml" target="_blank">BBC Brasil 2</a>.</p>
<p>Textos indicados: <a href="http://scienceblogs.com.br/rnam/2010/05/essa_nossa_vidinha_sintetica.php" target="_blank">Essa nossa vidinha sintética (<em><strong>RNAm</strong></em></a><span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;rft.jtitle=Science&amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1126%2Fscience.1190719&amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;rft.atitle=Creation+of+a+Bacterial+Cell+Controlled+by+a+Chemically+Synthesized+Genome&amp;rft.issn=0036-8075&amp;rft.date=2010&amp;rft.volume=&amp;rft.issue=&amp;rft.spage=&amp;rft.epage=&amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fwww.sciencemag.org%2Fcgi%2Fdoi%2F10.1126%2Fscience.1190719&amp;rft.au=Gibson%2C+D.&amp;rft.au=Glass%2C+J.&amp;rft.au=Lartigue%2C+C.&amp;rft.au=Noskov%2C+V.&amp;rft.au=Chuang%2C+R.&amp;rft.au=Algire%2C+M.&amp;rft.au=Benders%2C+G.&amp;rft.au=Montague%2C+M.&amp;rft.au=Ma%2C+L.&amp;rft.au=Moodie%2C+M.&amp;rft.au=Merryman%2C+C.&amp;rft.au=Vashee%2C+S.&amp;rft.au=Krishnakumar%2C+R.&amp;rft.au=Assad-Garcia%2C+N.&amp;rft.au=Andrews-Pfannkoch%2C+C.&amp;rft.au=Denisova%2C+E.&amp;rft.au=Young%2C+L.&amp;rft.au=Qi%2C+Z.&amp;rft.au=Segall-Shapiro%2C+T.&amp;rft.au=Calvey%2C+C.&amp;rft.au=Parmar%2C+P.&amp;rft.au=Hutchison%2C+C.&amp;rft.au=Smith%2C+H.&amp;rft.au=Venter%2C+J.&amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Biology%2CBiotechnology%2C+Biochemistry%2C+Bioinformatics%2C+Computational+Biology%2C+Molecular+Biology"><a href="http://scienceblogs.com.br/rnam/2010/05/essa_nossa_vidinha_sintetica.php" target="_blank">)</a>, <a href="http://ciencianamidia.wordpress.com/2010/05/23/a-bacteria-sintetica-de-craig-venter/" target="_blank">A bactéria sintética de Craig Venter (<em><strong>Ciência na Mídia</strong></em>)</a> e <a href="http://genereporter.blogspot.com/2010/05/vida-sintetica-e-artificialismos.html" target="_blank">Vida sintética e artificialismos (<em><strong>Gene Repórter</strong></em>)</a>.<br />
</span></p>
<p><span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;rft.jtitle=Science&amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1126%2Fscience.1190719&amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;rft.atitle=Creation+of+a+Bacterial+Cell+Controlled+by+a+Chemically+Synthesized+Genome&amp;rft.issn=0036-8075&amp;rft.date=2010&amp;rft.volume=&amp;rft.issue=&amp;rft.spage=&amp;rft.epage=&amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fwww.sciencemag.org%2Fcgi%2Fdoi%2F10.1126%2Fscience.1190719&amp;rft.au=Gibson%2C+D.&amp;rft.au=Glass%2C+J.&amp;rft.au=Lartigue%2C+C.&amp;rft.au=Noskov%2C+V.&amp;rft.au=Chuang%2C+R.&amp;rft.au=Algire%2C+M.&amp;rft.au=Benders%2C+G.&amp;rft.au=Montague%2C+M.&amp;rft.au=Ma%2C+L.&amp;rft.au=Moodie%2C+M.&amp;rft.au=Merryman%2C+C.&amp;rft.au=Vashee%2C+S.&amp;rft.au=Krishnakumar%2C+R.&amp;rft.au=Assad-Garcia%2C+N.&amp;rft.au=Andrews-Pfannkoch%2C+C.&amp;rft.au=Denisova%2C+E.&amp;rft.au=Young%2C+L.&amp;rft.au=Qi%2C+Z.&amp;rft.au=Segall-Shapiro%2C+T.&amp;rft.au=Calvey%2C+C.&amp;rft.au=Parmar%2C+P.&amp;rft.au=Hutchison%2C+C.&amp;rft.au=Smith%2C+H.&amp;rft.au=Venter%2C+J.&amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Biology%2CBiotechnology%2C+Biochemistry%2C+Bioinformatics%2C+Computational+Biology%2C+Molecular+Biology">Gibson, D., Glass, J., Lartigue, C., Noskov, V., Chuang, R., Algire, M., Benders, G., Montague, M., Ma, L., Moodie, M., Merryman, C., Vashee, S., Krishnakumar, R., Assad-Garcia, N., Andrews-Pfannkoch, C., Denisova, E., Young, L., Qi, Z., Segall-Shapiro, T., Calvey, C., Parmar, P., Hutchison, C., Smith, H., &amp; Venter, J. (2010). Creation of a Bacterial Cell Controlled by a Chemically Synthesized Genome <span style="font-style: italic;">Science</span> DOI: <a rev="review" href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1190719">10.1126/science.1190719</a></span></p>
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