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	<title>Ciensinando &#187; hipótese</title>
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	<description>Educação científica e pensamento crítico</description>
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		<title>Redescobrindo o DNA 3 &#8211; As regras de Chargaff</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 12:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História da Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Como mencionei em textos anteriores, foram vários os cientistas que seguiram os passos de Friderich Miescher! Você não lembra quem é Miescher e ainda acha que Watson e Crick descobriram o DNA? Acesse no final desse post os primeiros textos da série &#8220;Redescobrindo o DNA&#8221; e conheça a verdadeira história sobre as pesquisas com essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como mencionei em textos anteriores, foram vários os cientistas que seguiram os passos de Friderich Miescher! Você não lembra quem é Miescher e ainda acha que Watson e Crick descobriram o DNA?</p>
<p><strong>Acesse no final desse post os primeiros textos da série<em> &#8220;Redescobrindo o DNA&#8221; </em>e conheça a verdadeira história sobre as pesquisas com essa importante molécula!</strong></p>
<p>Nas décadas seguintes à descoberta da <em>nucleína</em> de Miescher vários cientistas concentraram esforços em uma série de pesquisas que revelaram detalhes sobre a molécula de DNA. Alguns dos importantes resultados foram a determinação de seus componentes primários (os nucleotídeos)  e o modo como essas unidades juntavam-se entre si na formação da molécula. Sem as contribuições de todos esses pioneiros, Watson e Crick não teriam as fundações científicas que possibilitaram a eles elaborar os modelos teóricos sobre a estrutura tridimensional do DNA e talvez nunca alcançassem seus objetivos.</p>
<div id="attachment_1480" class="wp-caption alignright" style="width: 162px"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Chargaff.jpg"><img class="size-full wp-image-1480" title="Chargaff" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Chargaff.jpg" alt="" width="152" height="188" /></a><p class="wp-caption-text">Erwin Chargaff (1905-2002) em foto de galã.</p></div>
<p>O personagem de hoje foi um dos pesquisadores que expandiram o trabalho de Levene (apresentado na 1ª parte da série &#8220;Redescobrindo o DNA&#8221;) ao descobrir mais detalhes sobre a estrutura do DNA, abrindo caminho para Watson e Crick. Ele é Erwin Chargaff, um bioquímico austríaco que teve a seu favor ter sido um dos primeiros a perceber a importância do trabalho publicado pelo grupo de pesquisas de Oswald Avery em 1944 (discutido na 2ª parte da série &#8220;Redescobrindo o DNA&#8221;).</p>
<p>Ao ler o trabalho em que Avery e seus colaboradores demontraram que as unidades hereditárias (os genes) eram compostos de DNA, ficou profundamente interessado no assunto. Esse trabalho teve um impacto tão profundo em Chargaff  que o inspirou a lançar um programa de pesquisas focado exclusivamente na química de ácidos nucléicos. Ele escreveu sobre o trabalho de Avery:</p>
<blockquote><p>“Essa descoberta, quase abruptamente, apareceu para pressagiar a química da hereditariedade e, além disso, fez provável o caráter de ácido nucléico do gene&#8230; Avery nos deu o primeiro texto de uma nova linguagem ou pelo menos nos mostrou onde procurá-la. Eu resolvi buscar esse texto.”</p></blockquote>
<p><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Chargaffs_Rule.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1485" title="Chargaffs_Rule" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Chargaffs_Rule.jpg" alt="" width="249" height="147" /></a>Para entender melhor o DNA como material hereditário, um dos primeiros passos em suas pesquisas foi investigar se havia diferenças entre o DNA de diferentes espécies. A partir desses estudos ele chegou a duas conclusões principais:</p>
<ol>
<li>Que a composição de nucleotídeos do DNA varia entre as espécies, isto é, os mesmos nucleotídeos não se repetiam na mesma ordem como proposto por Levene em suas pesquisas.</li>
<li>Que quase todo o DNA, independentemente de qual organismo ou tecido tenha sido extraído, mantém algumas propriedades mesmo que sua composição seja variável. Em particular, ele demonstrou que a quantidade do nucleotídeo adenina (A) é sempre similar à quantidade do nucleotídeo timina (T), enquanto a quantidade de citosina (C) é similar à de guanina (G).</li>
</ol>
<p>Em outras palavras, Chargaff descobriu que o total de purinas (A+G) e o total de pirimidinas (C+T) eram geralmente iguais. Essas observações ficaram conhecidas como as “Regras de Chargaff” e são resumidas no quadrinho abaixo:</p>
<p><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/CG_Chargaff.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1479" title="CG_Chargaff" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2011/02/CG_Chargaff.png" alt="" width="450" height="330" /></a></p>
<p>A pesquisa de Chargaff foi vital para o trabalho de Watson e Crick. Foram as relações entre as bases nitrogenadas descobertas por ele que deram a Watson a ideia do pareamento dos nucleotídeos que constituem uma molécula de DNA em uma dupla-hélice.</p>
<p>Apesar disso, nem mesmo Chargaff imaginava qual poderia ser a explicação de seus achados e relações.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Referências e menções nesse post:</strong></span><br />
<a href="../2010/06/quem-descobriu-o-dna/" target="_blank">Quem descobriu o DNA? (Ciensinando)</a></p>
<p><a href="../2011/02/estrutura-do-dna" target="_blank">Redescobrindo o DNA 1 – Do que é feito o DNA? (Ciensinando)</a></p>
<p><a href="http://www.ciensinando.com.br/2011/02/dna-material-hereditario/" target="_blank">Redescobrindo o DNA 2 &#8211; O DNA é o material hereditário (Ciensinando)</a></p>
<p>Avery, O. T. <em>et al</em>. (1944) Studies on the chemical nature of the substance inducing transformation of pneumococcal types. <em>Journal of Experimental Medicine</em> <strong>79</strong>, 137–157</p>
<p>Chargaff, E. (1950) Chemical specificity of nucleic acids and mechanism of their enzymatic degradation. Experientia 6, 201–209</p>
<p>Pray, L. (2008) Discovery of DNA structure and function: Watson and Crick. Nature Education 1(1)</p>
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		<title>Assistindo a História da Ciência Ocidental</title>
		<link>http://www.ciensinando.com.br/2010/06/historia-da-ciencia/</link>
		<comments>http://www.ciensinando.com.br/2010/06/historia-da-ciencia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 22:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[História da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ciências]]></category>
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		<category><![CDATA[hipótese]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando lemos algo sobre Ciência pensamos em hipóteses, na aplicação do método científico e na capacidade de se pensar criticamente para analisar os resultados obtidos em experimentos, correto? Mas a Ciência sempre foi assim? Quando tomou a forma que conhecemos? Desde quando existe o método científico, por exemplo? A resposta para essas perguntas varia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando lemos algo sobre Ciência <a href="http://www.ciensinando.com.br/2010/03/muita-teoria-e-pouca-pratica-pense-de-novo/" target="_blank">pensamos em hipóteses</a>, na <a href="http://www.ciensinando.com.br/2010/02/metodo/" target="_blank">aplicação do método científico</a> e na <a href="http://www.ciensinando.com.br/2010/02/pensamento-critico/" target="_blank">capacidade de se pensar criticamente</a> para analisar os resultados obtidos em experimentos, correto?</p>
<p>Mas a Ciência sempre foi assim? Quando tomou a forma que conhecemos? Desde quando existe o método científico, por exemplo?</p>
<div id="attachment_472" class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/06/alhazen.png"><img class="size-thumbnail wp-image-472 " title="alhazen" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/06/alhazen-150x150.png" alt="" width="120" height="120" /></a><p class="wp-caption-text">Alhazen (965-104</p></div>
<p>A resposta para essas perguntas varia de acordo com a cultura considerada. Existem documentos do Antigo Egito com mais de 3 mil anos que descrevem métodos matemáticos e médicos, por exemplo.</p>
<div id="attachment_474" class="wp-caption alignright" style="width: 106px"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Roger-bacon.jpg"><img class="size-full wp-image-474 " title="Roger bacon" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Roger-bacon.jpg" alt="" width="96" height="130" /></a><p class="wp-caption-text">Roger Bacon (1214-1294)</p></div>
<div id="attachment_473" class="wp-caption alignright" style="width: 130px"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ReneDescartes.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-473 " title="ReneDescartes" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ReneDescartes-150x150.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a><p class="wp-caption-text">René Descartes (1596-1650)</p></div>
<p>O desenvolvimento do raciocínio dedutivo por Platão na Grécia também é um importante passo em direção ao método, mas foram pensadores islâmicos como <strong>Alhazen</strong> (que fez grandes contribuições para a Óptica) que introduziram o uso da experimentação e quantificação para distinguir entre hipóteses científicas e inspiraram pessoas como <strong>Roger Bacon</strong> (século 13), considerado um dos &#8220;pais&#8221; do Método Científico. Já nos séculos 17 e 18 gente como <strong>Francis Bacon</strong> e <strong>René<strong> </strong></strong><strong>Descartes</strong> terminaram de definir grande parte da Ciência atual.</p>
<p><strong>Quer uma introdução rápida no assunto?</strong></p>
<p>O filme <em>Luz, Trevas e o Método Científico</em> mostra a   história da   ciência ocidental,   sendo uma boa referência para quem se interessar sobre História da   Ciência e quiser um panorama geral de forma rápida (o filme tem  aproximadamente 1 hora e pode ser acessado em partes).</p>
<p>Veja aqui a primeira parte do filme e acesse os links para ver o  resto no <em>YouTube</em>:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/G0oImVekJzg&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/G0oImVekJzg&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em><strong>Luz, Trevas e o Método Científico -  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BVE075uS82c" target="_blank">Parte 2</a></strong></em> / <em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ULBCbnLY7XU" target="_blank">Parte 3</a></strong></em> / <em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dyla3pAyaTc" target="_blank">Parte 4</a></strong></em> / <em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=74yuWDetMq4" target="_blank">Parte 5</a></strong></em> / <em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=sEj9vOa3dgs" target="_blank">Parte 6</a></strong></em> / <em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=NndBt0LyfSk" target="_blank">Parte 7</a></strong></em></p>
<p>O filme foi produzido pelo <strong><a href="http://www.bioqmed.ufrj.br/corpo/enscienciaearte.html">Projeto    Ciência e Arte</a></strong> do Instituto de  Bioquímica Médica da UFRJ, acessem e vejam outros vídeos disponíveis!</p>
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		<title>Muita teoria e pouca prática? Pense de novo!</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 17:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Afinal, quando existe uma teoria em Ciências? A resposta mais correta é: depende. Ao contrário do que se pensa, estabelecer uma teoria científica não é fácil. O problema nesse caso é similar ao conceito de Pensamento Crítico: as palavras possuem significados diferentes na linguagem comum e na científica. No dia-a-dia a palavra teoria pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Afinal, quando existe uma teoria em Ciências? A resposta mais correta é: depende. Ao contrário do que se pensa, estabelecer uma teoria científica não é fácil.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ciensinando.com.br/2010/02/pensamento-critico/" target="_blank">O problema nesse caso é similar ao conceito de Pensamento Crítico</a>: as palavras possuem significados diferentes na linguagem comum e na científica. No dia-a-dia a palavra teoria pode ser usada  para representar uma suposição, ou seja, algo especulativo e sem demonstração experimental. Já para as Ciências experimentais como química e biologia afirmações ou opinião feitos sem experimentos que obedeçam às normas do <a href="http://www.ciensinando.com.br/2010/02/metodo/" target="_blank">Método Científico</a> são chamados de <strong>hipóteses</strong>!</p>
<div id="attachment_363" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/03/sherlockholmes11.jpg"><img class="size-medium wp-image-363 " title="sherlockholmes1" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/03/sherlockholmes11-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Watson e Holmes formulando HIPÓTESES!</p></div>
<p style="text-align: justify;">O filme de <em><strong>Sherlock Holmes</strong></em> lançado em 2009 pelo ótimo <strong>Guy Ritchie</strong> contém um diálogo  que serve como exemplo de como deve funcionar a produção científica (tradução livre).</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto andam pelas ruas, Dr. Watson, o parceiro de Holmes, conversa com o famoso detetive sobre alguns acontecimentos bizarros que havia presenciado durante sua participação na guerra:</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Watson:</strong></em><br />
<em>- Sabe, presenciei coisas na guerra que não pude explicar. Uma vez ouvi um homem prever acertadamente sua morte do número de balas ao local dos buracos de bala que o mataram. Você tem que admitir que uma explicação sobrenatural é possível ao menos em teoria.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Holmes então responde:</strong></em><br />
<em>- Nunca teorize antes de ter dados. Invariavelmente você terminará distorcendo fatos para se encaixarem à teoria, ao invés de fazer com que as teorias sirvam aos fatos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Uma hipótese é o ponto de partida para as teorias científicas e precisa de comprovações experimentais constantes que obedeçam ao Método Científico.</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">As hipóteses são perguntas ou suposições que orientam uma investigação com o objetivo de explicar um fato e prever suas consequências. Já as teorias são afirmações que sobrevivem ao tempo com apoio de uma grande quantidade de evidências, sendo considerada &#8220;provada&#8221; no meio científico.</p>
<div id="attachment_366" class="wp-caption alignleft" style="width: 202px"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/03/experiment.jpg"><img class="size-medium wp-image-366    " title="experiment" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2010/03/experiment-300x225.jpg" alt="" width="192" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">Uma hipótese é analisada diversas vezes para ser considerada uma teoria.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O problema: como fora deste contexto teoria e hipótese podem assumir significado semelhante, linhas de pensamento não científicas podem usar uma linguagem aparentemente científica. Assim nascem as chamadas pseudociências.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais importante: a diferença entre uma hipótese e uma teoria científicas mostra que o conhecimento não é estático e inabalável. As teorias são sustentadas por testes que verificam sua validade, mas este cenário pode mudar se houver uma hipótese científica alternativa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Se os testes determinarem que a hipótese alternativa aponta falhas na teoria vigente, começa a busca por uma teoria revisada e melhorada.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Assim caminha a Ciência.</em></p>
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